O PREFEITO DE TERENOS NÃO SABE DE NADA?

Primeiro, um esclarecimento       

É que nessa gestão, normalmente o poste mija no cachorro, disso todos sabemos, ainda que em alguns momentos aconteça de forma sutil.

O gestor do município falou que não sabe de nada, e pediu que investigasse o caso.

Uma servidora recebeu R$ 15.536,76 de salario no cargo de enfermeira, acontece que a atual administração joga a culpa na funcionária, enquanto os verdadeiros responsáveis são os que conferem e autorizam  o pagamento.

Onde estão os gestores da atual administração? Que “não sebiam de nada“. Precisamos que os vereadores fiscalizem de forma exemplar essa situação.

Segundo um vereador do município, tem mais casos desses acontecendo. Está na hora ou já passou da hora, da câmara municipal se posicionar em favor da população. Fiscalizando de forma eficaz o dinheiro público!

Ontem na sessão da Câmara Municipal, um vereador insinuou que está havendo um esquema conhecido como ‘rachid’ na prefeitura de Terenos.

Nesse esquema, o político ou secretario aproveita o cargo que ocupa para se apropriar de parte dos salários de seus colaboradores.

Hora extra de servidor público como de fato funciona 

A jornada de trabalho desempenhada pelo servidor em serviço extraordinário para atender situações excepcionais e temporárias lhe enseja o direito de receber acréscimo na sua remuneração, nos termos do art. 73 da Lei nº 8.112/1990.

No serviço público, a discussão quanto ao recebimento desse valor é vultosa. A hora extra não pode ser usada como vantagem para o aumento de salário e deve obedecer aos critérios da lei.

A base de cálculo para hora extra será a remuneração total percebida pelo servidor público, consoante a Súmula Vinculante nº 16. A Administração é a responsável por, segundo a sua necessidade e conveniência, requisitar os serviços extraordinários do servidor além da sua jornada de trabalho.

Pontua-se que as atividades que possuem jornada de trabalho diferenciada e não atendem situações excepcionais ou temporárias não exigem, em princípio, obrigação de pagamento de horas extras.

E vida que segue!

Matéria: Jerlan Araujo

 

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